Design by Vilhelm Lauritzen

Vilhelm Lauritzen (1894–1984) é uma das figuras marcantes da arquitetura modernista dinamarquesa. Um verdadeiro funcionalista, acreditava, acima de tudo, que a vida não existe sem a estética. Para Lauritzen, o bom design nunca foi um privilégio reservado a poucos, era antes arte aplicada para todos.

O seu legado abrange alguns dos edifícios mais célebres da Dinamarca (a Radiohuset, o Aeroporto de Kastrup, a Folkets Hus (agora Vega) e a Embaixada da Dinamarca em Washington), todos marcados pela mesma atenção rigorosa à luz, à proporção e à experiência humana.

Lauritzen dominava tanto a luz natural como a artificial com igual precisão. Nos seus projetos arquitetónicos, as grandes janelas viradas a sul e a oeste deixavam entrar a luz quente do sol, equilibrada pela luz mais fresca e difusa proveniente das aberturas viradas a norte e a leste. As suas luminárias seguem a mesma lógica: luz direcionada combinada com uma iluminação suave e difusa que ameniza os espaços e cria profundidade.

O seu primeiro candeeiro, a suspensão Universal, foi concebido entre 1926 e 1929 para a Fritzsches Glashandel. Seguiram-se décadas de aperfeiçoamento. Os candeeiros que criou para a Radiohuset começaram a ser comercializados em meados da década de 1940, tendo-se acrescentado outros designs ao longo da década de 1950, cada um deles uma continuação da sua busca ao longo da vida pela beleza funcional.

Vilhelm Lauritzen (1894–1984) é uma das figuras marcantes da arquitetura modernista dinamarquesa. Um verdadeiro funcionalista, acreditava, acima de tudo, que a vida não existe sem a estética. Para Lauritzen, o bom design nunca foi um privilégio reservado a poucos, era antes arte aplicada para todos.

O seu legado abrange alguns dos edifícios mais célebres da Dinamarca (a Radiohuset, o Aeroporto de Kastrup, a Folkets Hus (agora Vega) e a Embaixada da Dinamarca em Washington), todos marcados pela mesma atenção rigorosa à luz, à proporção e à experiência humana.

Lauritzen dominava tanto a luz natural como a artificial com igual precisão. Nos seus projetos arquitetónicos, as grandes janelas viradas a sul e a oeste deixavam entrar a luz quente do sol, equilibrada pela luz mais fresca e difusa proveniente das aberturas viradas a norte e a leste. As suas luminárias seguem a mesma lógica: luz direcionada combinada com uma iluminação suave e difusa que ameniza os espaços e cria profundidade.

O seu primeiro candeeiro, a suspensão Universal, foi concebido entre 1926 e 1929 para a Fritzsches Glashandel. Seguiram-se décadas de aperfeiçoamento. Os candeeiros que criou para a Radiohuset começaram a ser comercializados em meados da década de 1940, tendo-se acrescentado outros designs ao longo da década de 1950, cada um deles uma continuação da sua busca ao longo da vida pela beleza funcional.